domingo, 28 de junho de 2009

Nostalgia

Ela : Já te disse que te amo?
Ele : Nao.
Ela : Mas amo.
Ele : Ainda?
Ela : Sempre...



Nem sempre o tempo nos cura a alma, as dores da alma, da alma e do coração.
Nem sempre é facil esquecer a felicidade, efémera, que me causas-te...
Nem sempre é facil recordar o teu sorriso cada vez mais afastado dos meus lábios, o teu olhar cada vez mais longe do meu...


Sempre...

domingo, 21 de junho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Eu sei que mereço...


Por todos os pecados que praticamos...
... inda assim, renuncio o reino dos céus...!



Vamos pecar?
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p.s. : cristina, um momento dedicado a nós!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Resvalas na couraça da minha indeferença e por isso sou feliz!

Um brinde a ti!

terça-feira, 2 de junho de 2009

domingo, 31 de maio de 2009

Parou tudo!
"Depois da tempestade vem a bonança", mas agora este ditado tem de se inverter porque faz mais sentido!
Agora deixemo-nos de cafés, de copos de noitadas e ressacas
Que se parem as festas, os bailes e os arraiais,
Que se faça silencio! Xiu!
Agora vai doer, vamos queimar, não as fitas mas sim as pestanas...
Frequências exames e trabalhos, todo um mundo académico de segundo plano me espera, pois o de primeiro plano já passou e durou apenas uma semana, foi pouco. Mas gostei.
Vou arregaçar as mangas e agarrar na caneta!
Que se faça silêncio!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Noites alegres... manhãs tristes!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A semana que vem vai ser só...











e...







Estão todos convidados!

terça-feira, 19 de maio de 2009

eu + tu = nós

Não tentes subratir as emoções,
dividir esta nossa multiplicação,
não faças com que esta equação contenha icógnita,
nem deixes que o resultado seja zero,
multiplica, sim, multiplica todos os sentimentos que ambos sentimos
alimenta esta sede de ti... de mim...
o fogo, o alento, a respirção pronfunda, a alma!
Dás-me vida, és ar que entra em mim e me mantém vivo...
o que me falta? a tua adição!

quinta-feira, 14 de maio de 2009

"Que estranho destino é o meu
que apenas me consente paixões ardentes
e me faz esgotar em amores improváveis"
José Manuel Saraiva

quarta-feira, 13 de maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Momentos, o primeiro

"Felicidade Eféme"

sábado, 9 de maio de 2009

Discursos mudos

Durante o teu mais famoso numero, o de malabarismo, atiras ao ar corações que deixas cair no chão, como se não bastasse a dor que causas aos donos desses objectos ainda ganhas uma salva de palmas...
No fim do espectáculo vens agradecer à pista mas continuas sem falar. Podias ao menos dizer "obrigado"!
Esse teu discurso não te fica nada bem, porque é que os teus lábios não se mexem? serão gelados de mais para isso? estarão eles tão carentes de carinho que hesitam em mover-se para não se rasgarem?
Só me dás hipótese de uma conclusão: tens falta de ti mesmo!

domingo, 26 de abril de 2009

" A vida é tão rara..."

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Sentimentos

Magoa-me a tua ausência e a tua presença,
se não estás tenho saudades, se estás enfureço
Dás-me raiva, alegria, dás-me lágrimas e sorrisos
Canto, choro, pulo... e por fim... caiu por terra, sem forças...desisto...
Quando renasço, penso que vou mudar, que me vais ser indeferente, eu quero isso, preciso disso! Mas esse sorriso, ai esse sorriso, faz-me sentir aquele frio no estômago, suga-me a alma e lá vou eu outra vez para o carrocel das emoções, mesmo sem pagar o bilhete.
E o desfecho qual é? picos de tensão, tonturas até à queda final.
Não percebo porque é que insistes em fomentar esta guerra titânica de sentimentos!
Será que não te magoas? que és imune? ou também sofres? também choras?
Dói, magoa, leva à exaustão, como eu te percebo...
Caiu por terra...

Não me conssigo expressar melhor...

"Acabei por ter
Um fraco por ti
Que foi como veio
E eu nao percebi
Pergunto como esta
A velha certeza
Sera que tu sabes
O que correu mal
É que hoje eu ja sabia dizer
Ama- me, leva- me
p'ra la do meu horizonte
Falando de amor
Fala- me de amor
Segue-me, prende-me
p'ra la do meu horizonte
Falando de amor
Fala- me de amor
Quero-te dizer
Que ainda estou aqui
Todo o tempo à espera
De ti
Quero-te alcancar
E estou a pedir
P'ra ser como era
Quando te conheci"

...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Quero!

Porque eu quero!
Porque sou a alma, o centro, o epicentro. O Núcleo!
Sou mais que tu, que ele, e que o outro! SOU! Sei que sim.
Preciso de alguém? Não! Alguém precisa de mim? Sempre!

Porque eu quero!
Agora eu quero assim!
e assim...

afinal sou EU que quero!
Mando!
Não mando?
Dizes tu!
Não estás a ler da esquerda para direita?
adreuqse a arap atierid ad êl arogA
É uma ordem!!!
Vistes? Obedeces-te!
Afinal sou eu que mando...
(daqui a uns minutos já me devo ter arrependido de ter feito este texto mas agora QUERO assim)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Hoje estou assim


Todos temos os nossos dias!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Hoje o sol não me aquece...

(Para a Suse)


Tremo!
Hoje não aguento este frio, esta solidão, sinto-me vazio.
Cheguei agora a casa, estava na biblioteca, ao passar pela praça não vi nada de novo, não senti o calor humano, só vi, e de relance, o sol reflectido numa das torres da Igreja. A praça já não é a mesma, nem as capas negras lá estão, até a água da fonte está sem o repuxo habitual, elá que já devia fazer aquilo sozinha pois são tantos anos, décadas, a fazer o mesmo trajecto.
Serei eu que tenho frio ou apenas estou frio? Nem eu sei responder muito bem a isso. Mas ainda me lembro a última vez que me senti assim, foi no mês de Setembro de 2007, no dia 7, quando a minha mãe me telefonou perto das oito da manhã e me disse a última coisa que eu queria ouvir na minha vida. O meu pai tinha falecido. Disse para ela repetir que eu não tinha entendido bem o que me tinha dito. Eu não queria ouvir isso, não me sentia preparado para enfrentar os momentos que se seguiam, não estava preparado para O perder de vez, não queria deixar de dizer a palavra “pai”, não sabia como dizer ao meu mano, ao meu avô e à minha avó o que se tinha passado. Como se comunica a uma criança de doze anos que o seu ídolo faleceu? Nem eu sei bem como o fiz, mas fi-lo. Tentei não chorar e disse-lhe para ele se vestir porque íamos ter com os nossos pais, ou melhor com a nossa mãe porque o pai já não nos via. Estavam encerrados dez meses de sofrimento para o meu pai.
E hoje estou aqui, com mais força que nunca. Apesar do túnel me ter encoberto eu conssegui sair de lá, daquele lugar sem luz, frio, gélido mesmo.
Ganhei força e coragem, queria ajudar os meus, que também era Dele, que eram nossos! Continuarão a ser... pois Ele está presente, aqui, ali, onde quer que eu vá. Não o vejo, não o abraço, não lhe toco, mas conssigo senti-lo, às vezes até oiço a sua voz...

domingo, 12 de abril de 2009

Em três horas...

















... aconteceu isto!